domingo, 27 de março de 2016

A Vagina como ela é.

Onome dela é proibido. O cheiro é um tabu. Existem mulheres que nunca tiveram coragem de encará-la nem com um espelhinho. Ela foi cientificamente ignorada por anos, teve suas características únicas minimizadas e foi tratada como um pênis que não deu certo — ou que estava de cabeça para baixo.
Mas (antes tarde do que nunca!) a vagina parece finalmente estar ganhando a atenção que merece. A genitália feminina, na prática muito mais “polêmica” que os famigerados mamilos, tornou-se objeto de pesquisa de diversas áreas da ciência.
Hoje, já se sabe que o clitóris tem 8 mil terminações nervosas (4 mil a mais que o pênis), que pelo menos 50 espécies de microrganismos habitam o canal vaginal e que existe uma ligação concreta entre o cérebro e vagina.
Apesar disso tudo, grande parte das mulheres ainda é incapaz de nomear as estruturas que compõem seu sistema reprodutor. Em uma pesquisa feita no Reino Unido, metade das entrevistadas não soube apontar a localização da vagina em um diagrama simples (antes de julgá-las, faça o teste abaixo).
A maioria também prefere recorrer a apelidos quando precisa se referir a ela, e muitas não se sentem confortáveis nem para conversar com os próprios médicos.
Mas GALILEU não vê motivo nenhum para constrangimento. E, depois de ler toda essa reportagem, você muito provavelmente não verá também. 
DE CABEÇA PARA BAIXO
A vagina não é o equivalente feminino do pênis — e isso só foi descoberto há pouquíssimo tempo
Até o século 18, ainda acreditava-se que existia apenas um gênero. A ideia foi concebida originalmente pelo médico Galeno de Pérgamo, uma espécie de Dr. House do Império Romano. Galeno dizia que a vagina era um pênis invertido: os lábios equivaleriam ao prepúcio, o útero ao saco escrotal e os ovários, aos testículos. Para piorar, os nomes relativos ao sistema reprodutor feminino que você acabou de ler nem existiam até o século 17.
E foi apenas em 2009 (!) que um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine decretou oficialmente que o equivalente do pênis é o clitóris, e não a vagina. É que, no início da formação dos bebês, os dois órgãos são idênticos, vindos do mesmo tubérculo e formados pelo mesmo tecido — só mais tarde é que eles se diferenciam.
 (Foto: Revista Galileu)

[ERRO DE CÁLCULO: Cientistas buscavam entender o desejo feminino medindo a quantidade de lubrificação na vagina — só depois descobriu-se que a excitação deveria ser medida pela ereção do clitóris]
ESPELHO, ESPELHO MEU
Existe alguma parte do corpo mais desconhecida do que eu? Boa parte das mulheres não têm intimidade com a própria vagina
Um estudo feito pela ONG britânica The Eve Appeal, que trabalha a conscientização sobre os diferentes tipos de câncer do sistema reprodutivo, pediu para que mil mulheres apontassem em um desenho típico de livro de biologia onde ficava sua vagina — e as respostas foram surpreendentes.
Entre as mulheres de 26 a 35 anos, metade não sabia apontar o lugar certo.
“A falta de conhecimento do nosso aparelho genital se dá pela criação cristã de repressão do que é feminino. Sem contar que não somos encorajadas a nos olhar no espelho e, quando olhamos, nos fazem acreditar que a vulva é feia, o que não é verdade”, diz a especialista em obstetrícia e ginecologia Ana Thais Vargas.
E essa falta de intimidade com o próprio corpo tem consequências perigosas: a mesma pesquisa mostrou que um terço das mulheres não vai ao ginecologista para evitar constrangimento, e mesmo as que vão têm dificuldade de conversar com o médico.
 (Foto: Carlo Giovani)
PRAZER, VULVA
É isso que todas as mulheres veriam se ficassem de frente para um espelho. Quantas partes você é capaz de nomear?
 (Foto: Carlo Giovani)
O PRAZER É TODO SEU
O clitóris, órgão responsável pela maioria dos orgasmos femininos, teve de trabalhar duro (risos) para ter sua existência reconhecida pela ciência
 (Foto: Revista Galileu)
O clitóris foi “descoberto” quatro vezes por cientistas diferentes até ser incluído de vez na literatura médica (os pesquisadores responsáveis pelas primeiras três tentativas tiveram seus trabalhos ignorados pela comunidade científica). Isso ajuda a explicar porque, durante a caça às bruxas, ele chegou a ser apontado como “a marca do diabo” e foi acusado de ser responsável pelo lesbianismo, pela cegueira e pelo desequilíbrio mental. Foi só na década de 1960 que o clitóris passou a ser encarado como parte importante da sexualidade feminina.
 (Foto: Revista Galileu)
AQUELA CUJO NOME NÃO SE FALA > A vagina tem mais de 4 mil apelidos (des)conhecidos
O mesmo estudo que mostrou que boa parte das mulheres não sabe identificar a própria vagina em um diagrama também apontou que 40% das moças que têm entre 16 e 25 recorrem a apelidos para falar sobre seus órgãos genitais, e 65% delas não gostam de usar as palavras vagina e vulva.
Além dos nomes da lista abaixo, ainda há outros na linha do “engole-espada”, que coloca a vagina em uma posição de receptora do órgão masculino. “O fato de não nos tocarmos, de não sabermos onde as coisas ficam, de ser considerado feio ou deselegante que nossas mãos toquem a vulva, tudo isso reprime e impede o autoconhecimento”, explica a ginecologista Ana Thais Vargas.
 (Foto: Revista Galileu)
[ENGOLE-ESPADA? Alguns apelidos são extremamente pejorativos e colocam a vagina em uma posição de receptora do órgão masculino]
DICIONÁRIO GALILEU
Alguns termos são mais famosos do que outros, mas todos são sinônimos de vagina
 (Foto: Revista Galileu)
O MOVIMENTO É SENSUAL
Quando a mulher fica excitada, o clitóris apresenta uma ereção semelhante a do pênis — mas, como o orgasmo não é necessário para a fecundação, a ciência levou muito tempo para se dar conta disso
O pai da medicina, Hipócrates, acreditava que o clitóris desempenhava um papel importante na reprodução — segundo ele, a mulher só ficaria grávida se chegasse ao orgasmo. Foi apenas em 1875 que o biólogo belga Edouard Van Beneden descobriu a verdade sobre a fecundação e, involuntariamente, devolveu o clitóris ao ostracismo. Foi mais ou menos nessa época que Freud (sempre ele) resolveu também dar seu pitaco e afirmou que mulheres “maduras” conseguiam transferir o orgasmo do clitóris para a vagina e que o orgasmo clitoriano era infantil. Mas, felizmente, das trevas fez-se a luz e a ciência finalmente começou a entender como o clitóris realmente se comporta (veja abaixo).
 (Foto: Revista Galileu)
[ABRE-TE, SÉSAMO: O diâmetro da vagina chega a triplicar de tamanho durante o sexo]
ESTICA E PUXA
O canal vaginal é capaz de expandir na excitação sexual e, durante o parto, ele pode chegar a até 10 cm
 (Foto: Revista Galileu)
COPINHO MEIO CHEIO
Venda de coletores menstruais cresceu quase 1000% no Brasil
 (Foto: Revista Galileu)
O coletor, apresentado como alternativa aos absorventes tradicionais, têm feito sucesso entre as brasileiras — a única fabricante nacional registrou um aumento de 938% nas vendas em doze meses. “O copo só coleta o sangue, enquanto o absorvente também leva o muco e a lubrificação das paredes vaginais, deixando a mucosa exposta a infecções”, explica Vargas.
 (Foto: Revista Galileu)
PERFUMARIA
A vagina possui a segunda maior concentração de bactérias do corpo — e não é necessário comprar sabonete ou desodorante íntimo por causa disso
Uma vagina saudável só não tem mais bactérias que o cólon — elas se aproveitam da secreção produzida pelas glândulas cervicais e pelas paredes vaginais para se multiplicar e impedir que doenças se instalem na região. “Todas as secreções do corpo têm cheiro e com a vaginal não é diferente. Ter nosso cheiro característico não é errado”, explica Vargas. Mesmo assim, as prateleiras das farmácias estão cheias de opções de sabonetes e desodorantes vaginais. “A flora vaginal trabalha balanceando o pH em busca de equilíbrio, para evitar que agentes maléficos causem doenças. As bactérias não precisam da ‘ajuda’ de agentes externos para manter esse equilíbrio, como o uso de sabonetes — específicos ou não — na vulva. Alguns são inclusive prejudiciais porque matam não somente os agentes ruins, mas também bactérias importantes e necessárias”, explica Mariane Menezes, professora do curso de Obstetrícia da USP.
 (Foto: Revista Galileu)
BELEZA É OPCIONAL
Quantidade de procedimentos cirúrgicos puramente estéticos cresceu quase 50% nos Estados Unidos em apenas um ano
A chamada cirurgia íntima, em que a aparência da vagina é “corrigida”, tem ganhado cada vez mais adeptas — mas a operação não é tão simples.  “A questão mais complicada é que muitas vezes o suprimento sanguíneo e a inervação são alterados, podendo mudar a sensibilidade local e trazer consequências para a vida sexual”, diz a ginecologista Heloisa Brudniewski.
 (Foto: Revista Galileu)
MUTILAÇÃO
Em muitos países, é comum submeter as mulheres a uma série de cirurgias para privá-las de sentir prazer
Mais de 100 milhões de mulheres já foram submetidas a um dos três procedimentos classificados pela ONU como mutilação genital:  a clitoridectomia, que é a remoção parcial ou total do clitóris; a excisão, que também remove total ou parcialmente os pequenos e grandes lábios; e a infibulação, o estreitamento do canal vaginal com ou sem remoção clitoriana. A justificativa dessa prática, para além de questões religiosas e ritualísticas, é reduzir o desejo sexual feminino e garantir que a virgindade, pré-requisito para o casamento, seja mantida.
Países como Mali, Guiné, Serra Leoa, Sudão, Egito, Eritreia e Somália têm índices de mutilação acima de 80% (veja ao lado), apesar do procedimento ser apontado como uma violação dos Direitos Humanos. A prática também existe em alguns locais da Europa e Reino Unido.
As consequências dessa mutilação vão muito além da perda do prazer sexual. Um estudo da ONU – realizado com mais de 28 mil mulheres – aponta que a retirada do clitóris pode causar complicações graves durante o parto e colocar os bebês em risco.
 (Foto: Revista Galileu)
 (Foto: Revista Galileu)
LIGAÇÃO DIRETA
O cérebro e a vagina estão tão conectados que alguns pesquisadores os consideram parte de um mesmo sistema
Até 2008 ainda não se sabia como o cérebro reagia aos estímulos vaginais e clitorianos. Foi quando a equipe de Barry Komisaruk, da Universidade Rutgers, em Newark (EUA), finalmente usou imagens de ressonância magnética para mapear a atividade cerebral de mulheres voluntárias enquanto elas se masturbavam.
Dois anos depois, a escritora feminista Naomi Wolf lançou o livro Vagina – Uma Biografia, em que descreve com mais detalhes a conexão entre o cérebro e o órgão sexual feminino (veja abaixo). Para a autora, os hormônios liberados durante o sexo e a masturbação contribuiriam com a autoconfiança e a criatividade das mulheres: “Dada essa enxurrada química, é possível dizer que a vagina não é apenas um órgão sexual, mas um mediador poderoso de confiança e criatividade do sexo feminino”, disse Wolf em artigo publicado no jornal britânico The Guardian.
Segundo Wolf, isso explicaria por que durante milênios a sexualidade das mulheres foi reprimida: “A liberação de dopamina também explica por que algumas culturas insistem na mutilação genital, uma prática que, agora nós sabemos, altera não apenas o corpo e a atividade sexual, mas também influencia no próprio cérebro feminino.”
DIRETO DA FÁBRICA
Uma condição conhecida como Síndrome de MRKH faz com que a vagina não complete seu desenvolvimento. Para reverter o quadro, cientistas estão produzindo tecido vaginal em laboratório por meio das células de cada paciente. Quatro mulheres já se submeteram ao procedimento.
 (Foto: Revista Galileu)
O CÉREBRO E A PINKY
Entenda como o estímulo na genitália resulta na liberação de hormônios
 (Foto: Revista Galileu)
A região genital contém um grande número de terminações nervosas, conectadas a nervos maiores que enviam impulsos ao cérebro.
Esses impulsos ativam uma região cerebral conhecida como circuito de recompensa, que envolve, entre outras áreas, a amígdala, o núcleo accumbens e a glândula pituitária.
A amígdala é responsável pelo controle das emoções, o núcleo accumbens controla a liberação de dopamina e a glândula pituitária é encarregada da liberação de outro hormônio, a oxitocina.
Segundo Naomi Wolf, a dopamina seria o hormônio mais “feminista” de todos, porque incentiva a autoconfiança. Já a oxitocina cria a impressão de intimidade, e os opióides dão a sensação de transcendência.

Você sua demais? Transpiração em excesso pode ser perigoso; saiba mais

Dermatologista revela que suar muito pode ser um dos sintomas de algumas doenças, como hipertireoidismo; confira


O Brasil é uma país tropical e, na maior parte de seu território, o calor predomina. Por isso, é inevitável, mas várias vezes estamos suando. Todavia, o excesso de transpiração não é normal.
"O nível 'normal' varia de pessoa para pessoa. Contudo, o excesso de transpiração em uma pessoa que não transpira muito, em um dia de pouco calor, pode ser considerado anormal, por exemplo", afirma o  dermatologista Murilo Drummond.
Um dos fatores que podem causar esse excesso de calor e suor é a hiperidrose.
"A hiperidrose pode ser apenas característico da pessoa, mas também pode esconder doenças internas, como hipertireoidismo e outras disfunções hormonais ou metabólicas. O seu tratamento geralmente é feito com determinados ansiolíticos, ou pode se fazer necessário, quando ocorre principalmente nas axilas, o uso da toxina botulínica, que considero um método não invasivo e sem sequelas, que melhora cerca de 90% da hiperidrose", declarou o médico.
Mas há outras alternativas mais fáceis e práticas para diminuir a transpiração. Uma delas é usar mais roupas 100% algodão, por exemplo.

Roupas de algodão “sugam” o suor e permitem que haja um controle saudável da temperatura corporal, evitando obstruir essa eliminação de água e controle dos eletrólitos. A alimentação também ajuda a controlar a transpiração. Em geral, alimentos muito condimentados podem estimular uma maior sudores, por isso, é bom evitá-los", orienta Drummond.

"Mamãe, por favor, não quero ir pra escola!"

É normal um dia ou outro de birra, mas se a criança passar a mostrar aversão ao colégio, cuidado: pode ser fobia escolar

Patricia Gebara
É comum os pequenos chorarem quando os pais viram as costas e os deixam na escola. Mas se o problema for frequente e a criança estiver sofrendo, atenção: é possível que ela tenha fobia escolar, um distúrbio tão sério que pode até precisar de remédio. “O problema caracteriza-se pelo medo excessivo e prolongado de ir à escola. A criança fica muito ansiosa”, explica Luciana Romano, psicóloga do grupo terapêutico Núcleo Corujas, em São Paulo. Não dá para ignorar, né? Entenda os sintomas e saiba o que dá para fazer para evitar a situação!


Causas do problema

Esse tipo de comportamento pode ter muitas razões. Não querer ficar longe dos pais é uma delas: “Normalmente, o medo da escola quando a criança é pequena ocorre por causa da separação dos pais e da dificuldade de adaptação a um novo ambiente, onde ela se sente exposta e vulnerável”, diz Luciana. Se não for resolvido, o problema pode trazer consequências: “Ao longo do desenvolvimento, outras possibilidades podem aparecer, como a escola tornar-se um ambiente hostil, por bullying, professores muito rígidos e despreparados pra lidar com os aspectos emocionais e sociais da infância”. Atenção se ele faz muitos comentários negativos da escola! 


Dá para evitar?

É importante fazer a adaptação escolar com calma, sem estresse. Não demonstre apreensão na hora de deixá-lo. “A escola e os pais devem estar dispostos a trabalharem em conjunto e serem parceiros”, ressalta Luciana. Se necessário, converse com a instituição para entender a recusa do pequeno. Muitas vezes, é indicada a avaliação com um psicólogo. “O colégio será um novo ambiente de socialização e os pais precisam entender que essa fase é fundamental. Percebemos que, muitas vezes, a família sente-se culpada ou mesmo triste por colocar a criança na escola tão cedo. Isso não é legal, com certeza, elas sentem e percebem tais sentimentos, o que pode também atrapalhar na adaptação”. 



E o tratamento?

“A melhor forma de tratar a fobia escolar é buscar compreender os motivos desse comportamento – se estão relacionados à escola ou à dinâmica familiar, por exemplo. Assim, entenderemos o componente emocional e social envolvidos na situação”, aconselha a psicóloga. Converse bastante com o seu filho e reforce que a escola é um ambiente seguro e que ele sempre irá voltar para casa. Nada de repreensão, gritos ou brigas! De início, não é necessário o uso de medicamentos. A indicação, feita sempre por um psiquiatra, é normalmente para casos mais graves de transtornos de ansiedade. Segundo Luciana, antes de pensar em reméd

É possível sentir prazer sem usar as mãos, sim!

Veja como os pés, as pernas e a boca podem deixar a relação ainda mais excitante

Na hora do sexo, as mãos podem ser até consideradas órgãos sexuais, de tão importante que é o papel delas na relação. Mas já pensou em deixar a coisa toda ainda mais quente sem tocar o marido com os dedos? A língua, os pés, as pernas, os seios e o bumbum também podem ser usados para apimentar a transa. Além disso, não passar a mão no parceiro pode deixá-la ainda mais excitada. Confira algumas dicas para apimentar a relação: 
Boca: peça para seu amor beijar todo seu corpo. Fale para ele ir devagar até chegar à vagina e ficar lá um tempão!
Pernas e pés: quando você e seu parceiro estiverem deitados, esfregue suas pernas nele. Aquela roçadinha de pé com pé pode ser bem estimulante.
Seios: encoste seu parceiro na parede e passe seus seios no peito dele. Depois, deite-o de costas, passe um óleo e faça uma massagem usando os peitos.
Bumbum: quando ele estiver na cama, desfile pelo quarto mostrando seu bumbum. Vale usar uma lingerie mais ousada e caminhar como quem não quer nada.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Na ponta da língua

Seduzir o parceiro e ser estimulada somente com a boca é tudo de bom!

O sexo oral é extremamente excitante, tanto para quem está fazendo quanto para quem está recebendo. Para começar, explore o corpo dele com os lábios úmidos, passando pelo peito e barriga. Sinta o gosto dele na ponta da língua e o convide a fazer o mesmo com você. Veja algumas dicas para tornar esse momento prazeroso para os dois:
Prepare-se para começar: deixe sua boca úmida e chupe uma bala uns minutinhos antes. Isso dará uma sensação boa nele.
Conheça o território: faça uma massagem suave no pênis antes da relação começar. Uma brincadeirinha sempre ajuda a animar, viu?!
Inicie a brincadeira: envolva a cabeça do órgão dele com a boca. Depois, relaxe a língua, deixe-a mole para fazer movimentos circulares e vá mudando a velocidade.
Chegou a sua hora: agora é sua vez. Relaxe e deixe que  ele explore seu corpo com a língua dele. Não se intimide e fale os lugares que você mais gosta de ser beijada.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Comerciante é preso após beijar policial na boca durante discussão

Redação RedeTV!

(Foto: Reprodução/Youtube/CCTV News)
Um comerciante que estava sendo impedido de oferecer seus serviços na cidade de Liuzhou (China), na última quinta-feira (17), teve uma reação inesperada ao não conseguir argumentar com um policial: beijá-lo na boca. 

Segundo a CCTV, o comerciante, identificado como Huang, havia montado um restaurante em uma calçada, mas o estabelecimento foi considerado irregular pelas autoridades, que foram ao local para fechá-lo. 
Um vídeo publicado pela emissora estatal CCTV registrou o momento do beijo e das agressões que se seguiram contra o rapaz, que chegou a ser defendido por populares, mas acabou preso.
Após o incidente, Huang foi preso por obstruir o trabalho de funcionários do governo e o vídeo viralizou nas redes sociais chinesas.
Assista:

Causas de sangue nas fezes( que não é câncer)

É muito mais frequente do que se pensa e, quando aparece, pode gerar uma grande preocupação.
Muitas pessoas se assustam ao ver sangue em suas fezes e pensam que podem ter algo grave, como um câncer de cólon.
No entanto, há outras causas mais comuns que podem estar por trás deste sintoma, e algumas são mais sérias que outras.
Fermín Mearín, diretor do serviço de sistema digestivo do Centro Médico Teknon, na Espanha, explica quais são elas.
1. Hemorroidas ou fissura anal
Costumam levar à presença de sangue avermelhado e brilhante nas fezes.
"Isso normalmente indica que o sangue vem da parte inferior do organismo e que sua causa está no anus ou no reto", diz Mearín.
As hemorroidas podem não ser detectadas visualmente, mas isso pode ser feito por meio de uma exploração anal cuidadosa, por meio do tato ou de uma retoscopia.
Uma fissura anal também pode ser diagnosticada com uma simples exploração. Este pequeno corte no ânus pode aparecer em pessoas que têm prisão de ventre e pode ser muito doloroso.
2. Inflamação intestinal
A causa destas lesões inflamatórias no intestino podem ser a colite ulcerativa ou a doença de Crohn.
"Além da inflamação, costuma-se ter diarreia e dor abdominal", afirma Mearín. Normalmente, afetam o cólon --ou o intestino delgado no caso da doença de Chron.
Neste caso, as fezes ficam vermelhas e escuras. "Quanto mais abaixo e próxima do ânus estiver a inflamação, mais vermelhas ficam", explica Mearín.
3. Sangramento no estômago
Um sinal deste problema são fezes pretas e pegajosas. Recomenda-se fazer uma gastroscopia, para descartar que se trata de uma úlcera no estômago ou no duodeno.
Se o sangue escuro aparece mesclado com as fezes, é provável que venha do cólon ou de alguma parte mais distante do organismo.
Os médicos indicam a realização de uma colonoscopia para ver se existem pólipos no cólon, um câncer ou lesões vasculares. Isso pode deixar o paciente angustiado, mas este sentimento não é justificado pelas estatísticas.
"As pessoas chegam com medo à consulta, mas a maioria delas têm patologias benignas", diz Mearín.
Ter mais de 50 anos ou antecedentes familiares de câncer de cólon pode fazer com que os médicos optem por realizar uma endoscopia para ver o estado do cólon.
E ainda que a cor das fezes seja uma pista, é preciso levar em conta a ingestão de alimentos. O alcaçuz negro pode, por exemplo, causar fezes pretas.
Beterraba e tomates podem fazer com que fiquem avermelhadas.
De qualquer forma, sempre que for detectado o sangue, é importante ir ao médico para obter um diagnóstico preciso.